Fotografia

Vira e meche alguém me pergunta como é que eu faço para tirar fotos (literárias) com meus filhos caninos. Eu não sou perita no assunto, tão pouco fotógrafa ou adestradora – apesar de acompanhar tanto Cesar Milan e ser fã de carteirinha que às vezes quase me sinto uma 😂😂😂 – mas mais uma vez não sou especialista em comportamento canino ou fotografia apenas vou compartilhar a minha experiência fotográfica canina (seria esse o nome para essa modalidade fotográfica?🤔)

Não sei se isso tem alguma forte ligação, maaaaaas eu sou literalmente aquele tipo de pessoa que tira mais fotos dos filhos caninos do que de si própria (mais alguém de identifica?🐶), assim desde que essas criaturinhas lindas vieram até mim elas são fotografadas dia e noite, todos os dias! Acredito que já tenha causado alguma certa familiaridade com equipamentos fotográficos e principalmente os celulares, talvez isso facilite e muito, pois eles não sentem medo ou aversão alguma a esses equipamentos📷.

Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa! Vou passar uma fórmula mágica e exclusiva para você tirar fotos incríveis com seus Dogs! Brincadeirinha 🤭. Mas, vou compartilhar como é que eu faço aqui em casa e até mesmo na rua para tirar fotos com meus filhos caninos, focando é claro nas fotos literárias que é o propósito aqui hoje.

Dica 1

Faça um roteiro bem maneiro de como você gostaria que essa foto ficasse: as cores, o livro escolhido, a composição dos objetos e etc. – 99% de chance de não sair como planejado, mas a intenção é a que conta! Digo isso porque sabe quando você vai tirar aquela foto maravigold do seu livro, cheio dos cacarecos e tudo mais? Com os Dogs não é muito diferente, porém você tem que que ter em mente que o local e os objetos escolhidos para compor a tão sonhada foto pode causar medo no seu filho e não é esse o objetivo. Então primeiramente faça as seguintes perguntas a si mesmo: “Meu Dog gosta de tirar fotos? Ele gosta desses objetos e deste lugar que escolhi para fotografar? Ele gosta de ficar perto de livros?” Coloque SEMPRE em primeiro lugar o bem estar do seu filho canino, se ele não é muito de fotos, tem medo ou não gosta de estar perto de livros e de equipamentos fotográficos não adianta nem insistir porque assim você estará causando um grande estresse físico e emocional a ele. Mas, se seu Dog é daqueles que não pode ver uma câmera na frente que já sai fazendo pose (sim, esse Dog existe e o nome dele é Paçoca! – O Paçoca literalmente ama fotos!) e ama estar rodeado de livros, então bora pegar a câmera e se ligar na dica 2.

Paçoca – modelo por natureza!

Dica 2

Apesar de as fotos com maior produção como essas daqui, por exemplo, serem as mais divertidas visualmente pode não ser tão divertida para seu Dog, ainda mais se ele não gosta do lugar, dos objetos e tão pouco do ambiente, então mais uma vez devo alertá-los de SEMPRE colocar o bem-estar do seu filho canino em primeiro lugar e usar esse tempo também para se divertir com ele e não causar qualquer tipo de estresse. Essas fotos que coloquei como exemplo foram tiradas em casa e principalmente em lugares que eles mesmo já gostam de ficar – sempre que estou estudando ou trabalhando home office eles ficam comigo ou em cima da mesa ou sentados comigo na cadeira e por aí vai, então eles já estão familiarizados com o lugar, a cadeira, a mesa e enfim, logo eles não sentem qualquer desconforto com o ambiente e determinados objetos. Então a minha dica 2 é: escolha um local em que seus filhos caninos já estão ambientados, familiarizados e que eles gostem de ficar, principalmente um ambiente onde eles se sentem bem, protegidos e calmos (isso serve também para as fotos fora de casa!)

O Harlan Coben gostou tanto dessa foto que até publicou no seu Instagram. Foi uma alegria que só! 🥰

Dica 3

Assim como o local, a escolha dos objetos que irão fazer parte da composição da foto devem ser objetos que seu filho canino também esteja familiarizado e não cause nenhum estresse ou medo e principalmente que ele goste e se sinta bem em estar por perto. Se seu Dog não curte usar óculos (o que é normal) use ferramentas de edição de imagem e faça uma colagem com figurinhas. Um App que uso muito é o PicsArt, lá tem inúmeras figurinhas divertidas, desde chapéis, óculos, bandanas entre muitas outras coisas legais que você pode usar para complementar sua foto.

Dica 4

Não tenha pressa! Use esse tempo literalmente para se divertir com seu filho canino e que seja algo prazeroso para vocês dois! Não se afobe em obter um resultado perfeito logo de inicio, as melhores fotos são sempre as que você menos espera e não se assuste, às vezes é preciso incontáveis tentativas para se obter um bom resultado. Uma ferramenta que ajuda e muito é ter a opção de fotos sequenciais, aquelas em que você aperta o botão para tirar a foto e ela tira várias fotos de uma vez só. Assim é possível garantir um melhor resultado, já que eles não são como nós que ficam numa pose estática esperando serem fotografados (apesar de que o Paçoca faz muito isso!). Então, não se apresse, se divirta e deixe rolar, não fique triste se a foto não esta indo como você gostaria ou imaginou, tenho certeza que mesmo assim o resultado diferente será incrível!

Dica 5

Escolha uma forma de recompensar o seu filho canino, seja com muito cafuné, um passeio e principalmente em fotos que envolverem comidas humanas ou um chá/café, recompense-o com um petisco delicioso (e nem preciso dizer que determinadas comidas são estritamente proibidas para seu filho!). Faça-o se sentir importante e parte daquilo! E não se esqueça de ter muita paciência e nada de pressa! Mais uma vez lembre-se que é um momento para vocês de DIVERTIREM.

Dica 6

Outra maneira também de tirar fotos literárias caninas é literalmente aproveitar o momento! Quem acompanha os meus Stories sabe que eu nunca leio sozinha, meus Dogs amam estar perto dos livros e claro, de mim também. Eles se sentem relaxados, protegidos e muito bem! Momentos assim também são ótimos para aquela foto menos elaborada e que, diga-se de passagem, são as minhas favoritas de tirar! Aproveite aquele momento gostoso de leitura com seu filho canino e deixe sempre a câmera a postos, pois a qualquer momento é a hora perfeita para aquela foto! Você pode literalmente usar a maneira como eles estão e colocar o livro perto (lembrando sempre do bem-estar animal, se seu Dog não gosta de livros não insista!) ou da maneira como você esta mesmo – com o livro perto, sentada na rede, com coberta, chá, seja o que for, solte sua imaginação! Vou deixar aqui alguns exemplos de fotos que tirei assim…

Outra foto que o Harlan publicou da Jujuba! Na verdade, essa foi a primeira que ele republicou! ♥️

Teve inclusive essa foto aqui em que a Panqueca gostou tanto de ficar com o livro que ao tentar tirar de perto dela ela, ela não deixava, então siiiiiim, ela dormiu por horas abraçada ao livro! 😴

Ahhhhh já ia me esquecendo da última dica!!!

Dica 7

Nem sempre seus filhos caninos vão estar atentos a câmera, muitas vezes vão estar olhando pra qualquer lugar menos para a lente da câmera, a minha dica é: faça barulhinhos, mande beijos, chame a atenção deles! É infalível e causa inúmeras risadas! 😅😅😅 Outro ponto importante também é, se você tiver um ajudante humano facilita e muito, além de deixar ainda mais divertido (o meu ajudante de carteirinha é o maridão!♥️).

Paçoca Potter

Bom, espero que vocês tenham tirado suas dúvidas (caso tenham mais alguma é só mandar inbox no insta ou comentários aqui mesmo) e quem sabe se inspirado aí para tirar fotos com seus filhos caninos🐾! E é claro, não se esqueça de marcar a gente, estou louca para ver suas fotos!

Ps: por ter apenas filhos caninos contei minha experiência com eles, não tenho experiência nenhuma com bichanos, se você tem e quiser compartilhar comigo, vou adorar saber! ♥️🐱📷

Refúgio – Harlan Coben

Eu literalmente virei algumas noites com as história de Mickey Bolitar. Confesso que também acordei um pouco de mau humor em função disso mas, é quase impossível para de ler os livros do Harlan! Não é à toa que o autor é conhecido como – “o mestre das noites em claro”. 😅 E realmente afirmo com todas as palavras: valeu cada minutinho não dormido para me aventurar nessa história! Hoje vou falar um pouquinho de Refúgio – primeiro livro da série de Mickey Bolitar, seguido de Uma Questão de Segundos e A Toda Prova.📚

Mickey Bolitar acabara de perder o pai em um acidente de carro, em razão disso, sua mãe entra para o mundo das drogas e acaba indo parar em um clínica de reabilitação. Como se isso não bastasse, Mickey se vê obrigado a morar com seu tio Myron, já que ainda menor de idade. Mas, como nem tudo são rosas, ele e o tio não costumavam se dar muito bem. Porém, tio Myron abandona suas ocupações e dá suporte a seu sobrinho (e cunhada) para que ele volte a ter uma vida normal.

Escola nova, cidade nova, um novo começo. Mickey começa a namorar Ashley Kent, uma garota linda e doce que também é recém chegada. De repente, tudo começa a se encaixar  até Ashley simplesmente desaparecer do mapa!

Mickey decidido a encontrar Ashley começa sua própria busca. Mas, ele não está sozinho nessa.🧐 Seus dois novos amigos Emma e Colherada (apelido) fazem o possível e o impossível para trazer Ashley de volta. Não é uma tarefa nada fácil. Primeiro eles descobrem que os pais que constavam na ficha da escola, na verdade nunca tiveram filhos. Em seguida flagram um homem estranho arrombando o armário que era de Ashley. E muito mais.

Para piorar tudo, sua vizinha mórbida – Dona Morcega que mora em uma casa bem velha e é uma lenda na cidade conta para Mickey algo que muda sua vida por completo e a vira de cabeça para baixo – seu pai não está morto! 😱😱😱

Agora me entendem quando digo que literalmente é impossível parar de ler?! 😁 Se tem uma coisa que eu adoro nos livros do Harlan é todo esse mistério e suspense que te prende do começo ao fim e as vezes é simplesmente de tirar o fôlego. Esse livro não foi diferente! Você fica ansioso para descobrir qual o desfecho da história e acaba se surpreendendo tanto quanto o próprio Mickey. Uma das coisas que mais adorei na série foi que o autor no faz acreditar que tudo é possível! ❤

O único ponto negativo, inclusive nada relacionado ao autor ou a própria história, é o acabamento do livro. A capa é muito frágil, a ilustração também deixa muito a desejar. Estruturalmente falando é péssimo. A Editora Arqueiro poderia ser um pouquinho mais atenciosa e cuidadosa quanto a esses critérios. Quanto ao livro, a história, o autor não tenho nada negativo a acrescentar!

Obs: Esse não é o primeiro livro do Harlan em que Mickey aparece. Foi em – Alta Tensão, mas esse é o primeiro em que ele é o protagonista.

Ficha Técnica
Título: Refúgio
Título Original: Shelter
Autor: Harlan Coben
Tradutor: Fábiano Moraes
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Ano de Lançamento: 2012

Leve-me com Você – Catherine Ryan Hyde

Eu tenho pavor de altura! E nessa aventura literária experimentei um pouco de escalada (mas, apenas no campo literário mesmo). Só de ler e me imaginar como Seth, um dos personagens dessa história que encara inúmeras escaladas, eu já me arrepiei toda! Então, o mais próximo que chegarei de uma escalada serão momentos como esses da foto onde fiz uma trilha com meu marido aqui em Floripa mesmo (uma das muitas que tem por aqui) e não encontrei cenário melhor tanto para foto em questão quanto para a ambientação do enredo. Tive que passar por alguns lugares bem altos (pelo menos para mim) e não pude evitar de imaginar Seth escalando, principalmente enquanto August ficava enfartando lá embaixo (obviamente essa seria eu, lá embaixo enfartando). Vocês também se pegam em algum lugar imaginando ou até mesmo se imaginando no enredo do livro?!Eu sempre faço isso! Mas, bora lá para o livro!

August Shroeder é um professor de ciências, alcoólatra em recuperação e um pai em luto. Todo o verão ele costuma percorrer os Estados Unidos visitando parques nacionais, trilhas e reservas naturais a bordo de seu motor home (trailer). Mas, diferente de todos os verões anteriores, esse em especial teria como parada o Parque Nacional de Yellowstone, como forma de honrar seu falecido filho. Porém, o que era para ser uma viagem extremamente  melancólica acaba por ser uma aventura. Tudo começou quando os planos de August começam a sair do planejado e ele se vê preso a uma oficina mecânica com seu motor home quebrado, não restando nada a fazer, além de esperar pelo concerto. – O que August não imaginava é que o concerto não seria apenas e tão somente do veículo.

Enquanto aguardava, August e seu fiel companheiro Woody (seu cachorro) fizeram amizade com os dois filhos pequenos do mecânico – Seth e Henry. Eis que Wes (o mecânico) surge com a brilhante proposta: não cobrar pelos serviços prestados desde que August levasse seus filhos nessa viagem. August acaba aceitando a proposta, levando em consideração o porquê – Wes teria que se apresentar a policia no final daquela semana e não teria com quem deixar os filhos menores durante todo o período em que estivesse preso e, em vista da última vez em que os meninos ficaram num abrigado trazendo resultados negativos, Wes não vê outra alternativa. Com o motor home concertado, August, Woody, Seth e Henry partem para sua longa aventura.

A ideia aqui não é contar o livro todo ou esmiuçar todos os detalhes, quis apenas instigar a leitura, pois a meu ver vale muito a pena cada capítulo. Deixar sentir todas as emoções que só o livro pode proporcionar. Achei incrível como a autora Catherine Ryan Hyde equilibra alcoolismo, depressão e luto com amor, companheirismos, paciência, doação e cuidado. Traz um protagonista que tem mil e um motivos para ser deprimido e melancólico (em alguns momentos ainda o é) mas, é transformado e passa a enxergar o mundo sob outra ótica, sob o olhar de duas crianças que traz esperança em pequenos gestos.

Apesar de ter me encantado com tudo que o livro me trouxe, não posso deixar de comentar que ainda não consigo achar justificativa plausível para Wes (o mecânico) entregar os filhos a um desconhecido. Porém, com toda a reviravolta que a nossa vida nos dá, fico feliz que tenha entregue a pessoa certa e que proporcionou cura para ambos. Antes o mundo fosse assim e não existisse tantas pessoas querendo tirar proveito para cima dos outras. Então, posso dizer que esse livro também me trouxe esperança e uma nova ótica na maneira como ainda busco encontrar bondade nas pessoas .

Ficha Técnica
Título: Leve-me com Você
Título Original: Take Me With You
Autora: Catherine Ryan Hyde
Tradutora: Débora Isidoro
Editora: Dark Side
Páginas: 336
Ano de Lançamento: 2018

Vegetariano? Vegano? Straight Edge? Caraca! Não é tudo a mesma coisa?!

Quase uma década adepta a causa animal e sem comer animais, nesse meio tempo, acompanhei um pouco o crescimento rápido desse movimento. 🐾 Apesar de não me considerar nenhuma perita e um tanto principiante no assunto (já que esse movimento existe muito antes mesmo de eu ter nascido) vi alimentos sendo postos nas prateleiras dos mercados, pizzas, lanches entre muitas outras coisas – livros e mais livros – pessoas cada vez mais envolvidas – ativismos – enfim, muita coisa bacana aconteceu nessa quase uma década estudando e participando desse movimento lindo pela libertação animal! ❤

Mesmo com esse crescimento gigantesco e informações dispostas a todo o momento, ainda vejo muita (muita mesmo!) confusão quanto as definições. Eu particularmente não gosto de me definir como sendo “vegana”, prefiro “adepta a causa animal” ou “contra o especismo” ou até mesmo “vegetariana estrita” – as vezes todas essas palavras juntas 🙂 mas, falo sobre isso tudo depois. 😀

Gostaria de deixar claro que não me aprofundarei em tais definições, tão pouco sou p.h.d no assunto (o tema que mais tenho me aprofundado é o especismo e a libertação animal – direito dos animais) 🐾mas, como estudiosa da causa animal me deparo bastante com essas definições e através de algumas pesquisas, gostaria de compartilhar com vocês a respeito desse tema – evitando assim, até mesmo o descrédito quanto a essas filosofias e estilos de vidas. 🤓

Vegetarianismo

É o regime alimentar que exclui todos os tipos de carnes. Existem várias sub-vertentes do vegetarianismo. É classificado como:

  • Ovolactovegetarianismo: utiliza ovos, leite e laticínios na sua alimentação.
  • Lactovegetarianismo: utiliza leite e laticínios na sua alimentação.
  • Ovovegetarianismo: utiliza ovos na sua alimentação.
  • Vegetarianismo estrito: não utiliza nenhum produto de origem animal na sua alimentação.

*Há também algumas confusões quanto as correntes dietéticas – naturalismo e a macrobiótica; ou até mesmo os que eliminam apenas a carne vermelha. Porém, até onde estudei, essas opções alimentares não são consideradas vegetarianas.  

Veganismo

“…é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros – e todos mais entre eles – há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como o couro e qualquer produto testado em animais.” – Definição criada pela The Vegan Society, da Inglaterra, mais antiga entidade vegana do mundo.

Straight Edge (sXe ou SxE)

Movimento/modo de vida que tem por objetivo a abstinência total de álcool, drogas (legais e ilegais), cigarros e afins. Surgiu como resposta aos excessos da cultura punk em meados dos anos 80. Além de um estilo musical é também uma filosofia que prega contra o consumismo e o hedonismo desmedidos. Teve como precursor a banda de Hardcore Minor Threat, que lançou a música “Straight Edge”. Por ter como um de seus dogmas – “Não faça proveito dos animais”, alguns, se não a maioria, opta pelo veganismo, muito embora a filosofia Straight Edge não tenha ligação com o vegetarianismo ou veganismo.

Dito isso tudo, vamos aos meus mais breves e sinceros comentários. Lembre-se! É a minha opinião. 🙂

Apesar da confusão maior se dar entre: vegetarianismo e veganismo, achei pertinente abordar também o sXe. Por não beber álcool, não usar drogas, não fumar, ouvir hardcore e etc, escuto muito a pergunta – “você é sXe?” ou então vejo muito por aí “Straight Edge Vegan” e aí surge a pergunta – “sXe é outra modalidade do veganismo?”, em razão disso, vi a importância de sintetizar, além do veganismo e o vegetarianismo, também o straight edge.

Particularmente, apesar de me considerar adepta a todos esses movimentos, principalmente o veganismo – prefiro não utilizá-los pelo simples fato do estereótipo gerado em torno deles. É cansativo ouvir e ver a ligação, por exemplo, entre veganismo e esoterismo. Já ouvi muito, muuuuuuuito mesmo a pergunta “Noooossa, você é vegana e não acredita em signo?” 🙄 ou até mesmo a indignação das pessoas por minha opção “vegana” e cristã! 😒Sério mesmo?! A gota d’agua foi quando me perguntaram – “Você é vegana… Curte uma natureza e tals, mas, não curte fuma uma maconhainha?” 😤 O que raios isso tudo tem a ver?!

Como se isso não bastasse, levo também muito em consideração uma alimentação saudável, em vista dos maus hábitos que muitos levam para si e usam alguns desses termos para defini-los, optei por não usar essas palavras para me definir. E para finalizar – não gosto do senso comum gerado pelas pessoas de que se eu sou isso tenho que ser isso e ponto, se sou aquilo tenho que ser SÓ aquilo e ponto. Acredito que as pessoas são diferentes e com hábitos diferentes, em razão disso, prefiro simplesmente dizer que minha opção alimentar é vegetariana estrita e que sou contra o especismo e toda e qualquer forma de exploração animal.

Espero que tenha contribuído de alguma forma para o entendimento do assunto – e por favor, mais respeito e mais amor quando falarem de qualquer opinião ou algo de que acreditem! ❤

“Sentimento de superioridade que resultam em depreciação é, afinal de contas, orgulho ou presunção, uma poderosa mancha mental”. – Dalai Lama.

Você lê na praia?

Estar rodeada por apenas 42 praias fica quase inevitável não ler na praia. Mas e você? Também gosta de ler na praia?

Particularmente eu detesto o verão, sou literalmente um bichinho do frio. Como se só isso não bastasse eu também não gosto muito de lugares cheios, ou seja, alta temporada – verãozão brabo, quase não vou a praia (lógico que as vezes não resisto e com esse calor nada melhor que aquele banho de mar). Mas, especialmente por ter praias a minha disposição o ano todo fica quase impossível não ler na praia.

Eu amo estar em contato com a natureza. Cheirinho de mato, som do mar, trilhas, cachoeiras – literalmente AMO! E para mim, nada melhor do que poder unir duas de minhas paixões – natureza e livros.

Apesar de ler em qualquer lugar, acho extremamente válido criar aquele climinha agradável para a leitura. E sem dúvidas, estar em contato com a natureza é um de meus lugares favoritos para me aventurar com um bom livro. – Mas sempre tem a boa e velha cama, amiga fiel nas horas em que passo com meus livros, sem contar a melhor parte – dividir essa paixão com meu marido! 😀

Abri como primeiro post esse livro, pois ele é de extrema importância pra meus estudos atuais e logo mais dedicarei um post inteiro e exclusivo para ele. Mas posso adiantar que é um livro maravilhoso para amantes de animais e principalmente adeptos a causa animal.

OBS: eu trato meus livros como preciosos (tipo Sméagol mesmo) e foi aquela agonia colocar ele na areia para tirar essa foto, mas tiver o maior cuidado do MUNDO e ele está intacto! Apesar que tem mil anotações dentro dele – então, não está mais lá tão intacto assim 😀  – Mais alguém morre de ciúmes de seus livros?

Afinal, você lê na praia?